Rui Rio pôs fim a todos os subsídios pecuniários a fundo perdido a partir do próximo ano. Para o autarca trata-se de inverter a “perversa cultura da mão estendida” e é um modo de servir de exemplo para um país em que a despesa pública é “castradora do desenvolvimento”.
Rui Rio insiste que esta posição serve de bom exemplo para todo o país e assume que é um contributo importante que o município do Porto dá para não alimentar o aumento sucessivo da despesa pública e o consequente nível dos impostos.
Concorda com a decisão acabar com todos os subsídios a fundo perdido?