Com a crise internacional, nos últimos tempos temos sido inundados por notícias de despedimentos colectivos, devido à falta de lucros por parte das empresas.
Contudo o que é certo é que a muitas das empresas que realizam estes despedimentos em massa, não tiveram prejuízo, apenas não conseguiram foi atingir os lucros pretendidos.
Na mesma semana em que a GALP anunciou que os lucros subiram 14 por cento para 478 milhões de euros, em 2008, superando a expectativa dos analistas, uma consultora revelou que a Galp tem 400 trabalhadores a mais, mas apesar dos números o CEO da petrolífera já avisou os funcionários que não é preciso despedir, antes trabalhar mais.
Por outro lado, um relatório da OCDE defende uma maior flexibilização das regras dos despedimentos individuais em Portugal.
Qual é a posição que o estado deve tomar nestes casos?| Permitir os despedimentos |   0.00% (0) |
| Não permitir os despedimentos sem que as empresas os justifiquem com prejuízos |   87.50% (7) |
| Não tomar qualquer posição |   12.50% (1) |
| Sem Opinião/Outra Opinião |   0.00% (0) |